quarta-feira, 31 de março de 2021

7 pedidos do Pai Nosso

 Lembra-se do Pai Nosso? A oração que o Senhor nos ensinou encerra sete pedidos. Leia: “Pai nosso que estais no céu / Santificado seja o Vosso nome / Venha a nós o Vosso reino / Seja feita a Vossa vontade / Assim na terra como no céu. / O pão nosso de cada dia nos dai hoje / Perdoai-nos as nossas ofensas / Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido / E não nos deixeis cair em tentação / Mas livrai-nos do mal. Amém”.


Oba! A prece diz o que pedir a Deus. Três súplicas se relacionam diretamente ao Todo-Poderoso. Uma: que Seu nome seja glorificado. Outra: que o Seu reino venha a nós. A última: que Sua vontade seja feita. Quatro se referem a nossos interesses pessoais. Pedimos: nosso pão de cada dia, o perdão dos nossos pecados, a vitória sobre as tentações, a distância de todo mal.


A língua ajuda o Pai Nosso. A prece ensina o que pedir. A língua, como pedir. O imperativo se presta à função. Saber empregá-lo como manda a norma culta traz dupla vantagem. Uma: acertar o alvo. A outra: receber a bênção de Deus e dos homens. São sete os passos.   Mande, peça ou suplique


Imperativo deriva de império. A família diz tudo. Trata-se de clã com poderes absolutos. Imperador, imperial e imperioso são alguns dos membros que mandam e desmandam. Às vezes, as criaturas têm de baixar a crista. Em vez de ordenar, pedem. Ou suplicam, aconselham, convidam, alertam ou recomendam. Em qualquer dos casos, o imperativo impera. Estamos falando do imperador do Japão, não do Adriano.   Sim e não


O imperativo joga em dois times. Num, libera a ação ou o modo de ser. É o afirmativo. Noutro, recusa. É o negativo. Pra não deixar dúvida, antecede as formas verbais de não.   Trate diferentemente os desiguais


O imperativo afirmativo exige atenção plena. Rigoroso, divide as pessoas do discurso em dois grupos. As segundas pessoas (tu e vós), preferidas dos gaúchos, ficam de um lado. As outras (ele, você, nós, eles), de outro. Nada de misturas.


“Tratar diferentemente os desiguais”, reza o mandamento do mandão. Como? Recorrendo ao presente do indicativo e do subjuntivo. O tu e o vós derivam do presente do indicativo. Mas esnobam o s final. Assim:


Presente do indicativo: estudo, estudas, estuda, estudamos, estudais, estudam. Imperativo afirmativo: estuda tu, estudai vós.


Simples, as demais pessoas não dão trabalho. Saem todas do presente do subjuntivo: que você estude, nós estudemos, eles estudem.


Eureca! Eis o imperativo afirmativo completo: estuda tu, estude você, estudemos nós, estudai vós, estudem vocês.   Negue


O imperativo negativo é curto e grosso. Sai todinho do presente do subjuntivo — sem tirar nem pôr. Pra não deixar dúvida, antecede-se do advérbio não. Veja: não estudes tu, não estude você, não estudemos nós, não estudeis vós, não estudem vocês.   Não misture


“Vem pra Caixa você também”, diz o anúncio da Caixa Econômica Federal. Reparou? Ele misturou alhos com bugalhos. O alho: o verbo se dirige à segunda pessoa (vem tu). O bugalho: o pronome você conjuga o verbo na 3ª pessoa (você). Que tal desfazer a mistura? Há duas saídas. Uma: optar pelo tu (vem pra Caixa tu também). A outra: assumir o você (venha pra Caixa você também).   Outra cara


“Se liga na revisão”, ordena o Novo Telecurso. Ops! Olha a salada de pessoas. O se é pronome de terceira pessoa. O liga, imperativo da segunda pessoa. Que indigestão! Vamos tratar bem a língua e o organismo. Escolhamos uma ou outra. Sem misturas: Te liga na revisão (tu). Se ligue na revisão (você).   Mais uma


“Diga-me com quem andas e te direi quem és”, alardeia o povo sabido. O problema? A mistura de pessoas. Melhor descer do muro. Assumamos uma pessoa ou outra: Diga-me com quem anda e lhe direi quem é você. Dize-me com quem andas e te direi quem és.   Moral da história


Você tem poder? Mande. Não tem? Peça. Ou suplique, convide, aconselhe, alerte ou recomende. Mas faça-o bem. A receita: cuide do imperativo, a não ser que você queira inventar uma nova regra para a gramática.

Verbos pronominais: aposentar-se & cia.

 O Congresso retomou as atividades. Com ele, voltou ao cartaz a reforma da Previdência e, claro, o verbo aposentar. O governo vai propor idade mínima para homens e mulheres se aposentarem.


Aposentar pertence a um grupo especial de verbos. Transitivos diretos, em algumas construções o sujeito e o objeto são a mesma pessoa. Aí, o pronome se impõe porque é o objeto exigido pela ação:


O INSS aposenta o trabalhador.


INSS é o sujeito. Trabalhador, o objeto direto.


O trabalhador se aposenta.


Trabalhador é o sujeito. Ele pratica e sofre a ação. O pronome se é o objeto direto.


Com as outras pessoas ocorre o mesmo:


Eu me aposento.


Ele se aposenta.


Nós nos aposentamos.


Eles se aposentam.


Outros verbos jogam no mesmo time. Eis exemplos: acender (alguém acende a luz, mas a luz se acende); apagar (alguém apaga a luz, mas a luz se apaga);  complicar (alguém complica a vida de outro, mas ele se complica); derreter (o calor derrete o sorvete, mas o sorvete se derrete); distrair (o palhaço distrai o público, mas o público se distrai); encerrar-se (o apresentador encerra o programa, mas o programa se encerra); esgotar (o repórter esgota a matéria, mas ele se esgota); estragar (o sol estragou a fruta, mas a fruta estragou-se); esvaziar (o líder esvaziou a sessão, mas a sessão se esvaziou); formar (o diretor forma a equipe, mas a equipe se forma; a universidade forma o aluno, mas o aluno se forma); iniciar (o presidente iniciou a sessão, mas a sessão se iniciou); casar (o padre casa os noivos, mas os noivos se casam).

Se + infinitivo? Depende

 “Não é o momento de se falar em flexibilização vertical”, disse o ministro. Ops! Tropeçou no pronome átono se. O pequenino só acompanha o infinitivo nos verbos pronominais (aposentar-se, formar-se, aprontar-se). No mais, não tem vez. Melhor mandá-lo plantar batata no asfalto: Não é o momento de falar em flexibilização vertical. Lugar bom pra morar. Trabalho difícil de fazer. Entre tantas versões, há de arranjar um meio de entendimento.


Com verbo pronominal, o se é pra lá de bem-vindo: Aproxima-se a hora de Celso de Melo se aposentar. Muitos alunos não vão se formar por causa da paralisação das universidades. Suicidar-se? Decisão de desesperados.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Seguidores em: Ensinando o padre a rezar missa - Geração Eleita

 O Cristocêntrico - O hino de louvor (Glória), assim como o canto de perdão (ato penitencial), o salmo responsorial, o Credo, Santo, Pai Nosso e o Cordeiro de Deus, deve conter a letra tradicional prevista no Missal ou na CNBB. Pode ser adaptado, mas não pode ser substituído por outro com letra diferente. Durante a consagração do pão e do vinho, não deve haver fundo musical, ainda que suave ou um som instrumental. Também estão proibidos cantos eucarísticos após a consagração.

Pão Nosso - Somente os cantos de entrada, de aclamação ao Evangelho, de preparação das ofertas, de comunhão, de ação de graças e de final podem ser substituídos por outros com letra diferente. 

O senso comum chama ofertório, mas o verdadeiro ofertório da Missa só acontece depois da Consagração. Esse momento inicial da Liturgia Eucarística é de preparação das ofertas, não de ofertório, como se dizia antigamente.

Se Liga Católico - Orações como a oração do dia (a coleta), a oração sobre as oferendas, a Oração Eucarística (exceto as respostas), a oração depois da comunhão, a doxologia final da Oração Eucarística (Por Cristo, com Cristo, em Cristo...), o embolismo após o Pai-Nosso (Livrai-nos de todos os males, ó Pai...) e a oração da paz (Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos apóstolos...) devem ser ditas apenas pelo sacerdote, e não pelo povo.

A12 - Os ministros extraordinários da comunhão Eucarística só podem ser usados se não houver padre ou diácono, se este estiver impedido por doença, idade avançada ou algum motivo sério ou se houver um número maior de fiéis que o esperado para aquela missa. Se forem usados ministros, eles não podem comungar por conta própria, como acontece com o self service nos restaurantes - o padre deve administrar a comunhão a eles. 

O senso comum chama ministro da Eucaristia, mas os leigos que auxiliam o sacerdote na distribuição da comunhão são ministros extraordinários da comunhão Eucarística. Ministro da Eucaristia é somente o sacerdote e nunca um leigo.

Céci Portugal - Os padres e a equipe de liturgia não devem adicionar, retirar ou alterar nada do que está previsto no Missal Romano para a celebração da missa. Isso invalida o Sacramento.

LinaLuz Oficial - A homilia só deve ser feita pelo padre ou diácono. Leigos devem fazer uma reflexão da Palavra. Quando celebra na igreja, o padre não pode usar apenas túnica e estola. Ele também deve usar a casula.

Padre Roger Luis - Os recipientes para a hóstia e o vinho consagrado devem ser feitos de ouro ou outro material nobre, mas dourado por dentro. Não se deve usar material quebrável, como vinho ou cristal.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Seguidores em: Novas Lojas BIG Bompreço

Em junho, chegamos na Bahia. Em julho, chegamos na Paraíba, Mossoró, Alagoas e Sergipe. Em agosto, chegamos no Ceará, Piauí e Maranhão.

Waldir Figueiredo - vocês já aceitavam dinheiro, cartão de crédito ou débito, cartão alimentação e refeição, nota promissória etc., já aceitam Auxílio Emergencial?

Big Bompreço - Já aceitamos.

Bruno Cordeiro - poderia ter um Big Bompreço no Manaíra Shopping, no Mangabeira Shopping, no Tambiá Shopping ou no Shopping Pátio Altiplano, com serviços de revelação digital, agência de turismo, loja de conveniência, brinquedoteca, livraria, academia, cinema e escritórios de contabilidade e advocacia

Big Bompreço - Sugestão anotada.

M. Sampaio Torres - as lojas do Centro e do Bessa continuam com a praça de alimentação, as lojas, a casa lotérica, os caixas eletrônicos, o atendimento ao cliente, setor de trocas e cartões, WCs masculino, feminino, infantil e especial?

Big Bompreço - sim.

Icaro Costa - que tal um elevador para acesso ao hipermercado, na loja da BR em João Pessoa, com uso restrito a idosos (acima de 60 anos), obesos, gestantes, lactantes, mulheres com crianças de colo, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, deficientes visuais e auditivos e autistas?

Big Bompreço - sugestão anotada.

Thiago Gomes - vocês aceitam enviar currículo para trabalhar em uma das lojas?

Big Bompreço - sim.

Laécio Fernando - e os encartes das ofertas da semana?

Big Bompreço - são disponibilizados na bio do Instagram. Nas lojas, os encartes são disponibilizados na entrada do estabelecimento pelos clientes, e apontando a câmera do celular para o QR Code pelos vendedores, atendentes e funcionários.

domingo, 13 de setembro de 2020

Apresentação - Rede Telecine


Filmes de drama, aventura, romance, suspense, terror, ficção científica, faroeste, animações, clássicos do cinema e até mesmo musicais. Exibindo o melhor do cinema na TV, com um acervo repleto de sucessos de bilheteria, clássicos do cinema mundial, e ainda com alta qualidade de som e imagem. A rede TELECINE conta com um “cardápio” recheado de filmes abrangendo todos os gêneros que certamente agradará a cada telespectador que esteja procurando uma boa diversão em um bom sofá. 

A história 
Com programação dedicada exclusivamente à exibição de longas-metragens e especiais ligados ao mundo do cinema, o TELECINE foi lançado no dia 11 de novembro de 1991 pela programadora de televisão por assinatura Globosat. Inicialmente, o canal era 100% pertencente à operadora, até que, em 1994, quatro estúdios americanos (Paramount, MGM, Universal e FOX) entraram em sociedade com uma joint-venture, garantindo exclusividade na estreia das produções por eles distribuídas. Atualmente, o canal também detém a exclusividade de estrear na televisão brasileira as produções da Disney e dos estúdios de animação DreamWorks.



No dia 10 de outubro de 1997, o TELECINE virou uma rede, sendo dividido em cinco diferentes canais segmentados por gêneros de filmes: Telecine 1, principais lançamentos do cinema; Telecine 2, filmes de ação, policial, suspense e terror; Telecine 3, dramas, romances, musicais e o programa Por Falar em Cinema; Telecine 4, comédias, aventuras e filmes infantis; e Telecine 5, produções que marcaram época e filmes clássicos e o programa Cinema com Rubens Ewald Filho. Cada um dos novos canais era dedicado a uma série de gêneros cinematográficos específicos, fórmula que é seguida até os dias de hoje. Além disso, o modo de exibição também foi expandido: filmes sem intervalo ou com “pausa para pipoca”, com som original ou dublado em português. Inicialmente, a segmentação ocorreu para concorrer com o novo canal da HBO, o HBO 2.



Em outubro de 2000, a rede TELECINE passou por uma reformulação visual: os números que denominavam os canais foram substituídos por nomes (Telecine Premium, Action, Emotion, Happy e Classic) que receberam novas marcas e vinhetas para identificar suas programações. Ao completar sua primeira década de vida, a rede TELECINE já atingia a marca de 1.4 milhões de assinantes. Em outubro de 2004, houve uma nova mudança de visual. Os logotipos e vinhetas dos canais foram modernizados; e o Telecine Happy passou a se chamar Telecine Pipoca, apresentando os filmes em destaque nos demais canais com 24 horas de diferença em versão dublada em português. Os canais também ganharam novas cores em sua identificação visual: assim, o logotipo do Telecine Premium passou a ser azul; o do Telecine Action, vermelho; o do Telecine Emotion, verde; o do Telecine Pipoca laranja; e o do Telecine Classic, preta. No ano seguinte, foi a vez do Telecine Classic mudar seu nome para Telecine Cult. O canal manteve seu excelente acervo de clássicos do cinema americano, mas passou também a veicular filmes cultuados mundo afora, produções alternativas, clássicos 'cult', títulos dos quatro cantos do mundo e muito mais. Daí o nome, uma espécie de Telecine Cultural. A medida foi aceita por um tempo. O canal Telecine Emotion passou a se chamar Telecine Light em no dia 1 de junho de 2007 exibindo apenas filmes mais “leves”, como romances, comédias e infantis. A medida foi tomada atendendo a reclamações de telespectadores, que reclamavam que sua vida, as novelas e os noticiários já eram dramáticos, eles associavam o termo Emotion a dramas, a filmes 'pesados' e queriam um canal de filmes 'leves', para relaxar após um dia tenso. Estas mudanças foram feitas para facilitar a memorização do gênero de filmes que são exibidos em cada canal. Desde 2008, a rede possui um programa de atualidade e entretenimento chamado Moviebox, apresentado por Daniel de Oliveira, com reportagens e entrevistas, sempre às segundas e quintas-feiras às 20:00 no Telecine Premium e no Megapix, com reprise nos demais canais. A atração conta aos assinantes as últimas notícias da indústria cinematográfica. Neste mesmo ano, foi lançado o TELECINE PRODUCTIONS!, selo que garante a co-produção e a divulgação de títulos em parceria com grandes produtoras e distribuidoras brasileiras, estimulando a criação de novos filmes e garantindo sua exibição com exclusividade nos canais da rede. No mês de abril de 2009, a rede se tornou a primeira no país a lançar um canal de filmes 100% em alta definição: o TELECINE HD



A partir do dia 22 de outubro de 2010, a rede TELECINE renovou mais uma vez o visual de todos os canais (exceto o canal Telecine Cult), mudando o nome do canal Telecine HD para Telecine Premium HD, o canal Telecine Light para Telecine Touch, e lançando um novo canal chamado Telecine Fun. Essas modificações foram feitas para acompanhar as melhorias técnicas, como os conteúdos em alta definição e o seu novo reposicionamento estratégico de segmentação de audiência. Poucos dias depois a rede colocou no ar mais dois canais em alta definição. Em 2012, com o Telecine Cult também oferecendo a versão HD, a rede passou a ter todos os seus canais em alta definição. Ainda em 2012, a rede lançou duas grandes novidades: TELECINE PLAY (mais de 1.500 filmes da programação da rede para assistir online, quando e onde quiser) e TELECINE ON DEMAND (serviço de locação para assinantes dos canais em alta definição, onde estão disponíveis os mais novos sucessos do cinema, tudo sem sair de casa, para assistir quando e como quiser).



Os canais 
A rede TELECINE conta atualmente com seis canais de filmes divididos por gêneros: 
Telecine Premium 
Este canal exibe as estreias e os filmes mais recentes da rede (de todos os gêneros), como os maiores sucessos e os mais recentes blockbusters, além de filmes inéditos na televisão brasileira. Também exibe o programa Cineview, uma revista eletrônica com as notícias mais quentes do mundo do cinema, incluindo entrevistas exclusivas, making-off das grandes produções, pré-estreias internacionais, rankings de bilheterias do Brasil e dos Estados Unidos, novidades de Hollywood, as estreias nas salas brasileiras, entre outras atrações. O canal conta com uma versão em alta definição (Telecine Premium HD), trazendo a melhor qualidade de som e imagem, com som Dolby Digital 5.1, no formato 16:9, em som original e legendados em português. 
Telecine Action 
Este canal é dedicado exclusivamente a exibição de filmes de ação, aventura, suspense, policial, ficção científica, terror, guerra, western e erótico.
Telecine Touch 
O canal é dedicado a exibição de filmes de romance, drama, biografias e documentários, além de musicais. Exibe também filmes independentes e internacionais na sessão Cinemundi, que mostra produções fora do âmbito de Hollywood. É o retorno do Telecine Emotion, que em 2007 deu lugar ao Light.
Telecine Fun 
Lançado oficialmente no dia 22 de outubro de 2010, sua programação exibe grandes animações, comédias, comédias românticas, filmes infantis e muita diversão para toda família em versão dublada. É a nova versão do antigo Telecine Happy, que em 2004 foi substituído pelo Pipoca.
Telecine Pipoca 
É o canal de filmes dublados da rede, de todos os gêneros (exceto eróticos). Exibe os principais filmes; ganhadores do Globo de Ouro, Oscar e outros prêmios. Diferente dos outros canais da rede, não exibe seus filmes legendados, e sim dublados. 
Telecine Cult 
Este canal exibe exclusivamente filmes independentes, filmes temáticos, filmes de arte e filmes raros com produções europeias, asiáticas e latino-americanas. Exibia somente produções antigas, mas em fevereiro de 2006 foi reformulado e seu acervo foi consideravelmente ampliado.



A evolução visual 
A identidade corporativa do TELECINE passou por acentuadas remodelações ao longo dos anos. A primeira alteração ocorreu em 1994, quando o logotipo ganhou uma tela de TV estilizada. O atual logotipo foi adotado em 1997.



Já as identidades visuais dos canais da rede TELECINE passaram por várias alterações ao longo dos anos. Além de novos logotipos, os nomes dos canais também foram mudados.



No mês de outubro de 2010 a rede apresentou as novas identidades visuais de seus canais, que deram mais coerência entre os logotipos (cujo nome TELECINE foi abreviado para TC) e as chamadas dos filmes e indicações de intervalo. Além disso, cada canal ganhou vinhetas próprias de acordo com o foco de filmes de cada um.



A última alteração nas identidades visuais dos canais da rede ocorreu em 2015. Os logotipos foram modernizados e simplificados, para valorizar ainda mais o conteúdo disponibilizado em várias plataformas, reforçando o conceito de que o assinante pode escolher onde e como quer assistir filmes, seja na TV, tablet, computador e smartphone.



Os slogans 
O melhor do cinema chega primeiro aqui. 
Onde tem cinema, tem Telecine. (nas propagandas)
Isto é cinema, isto é liderança.

Os maiores sucessos do cinema em 6 canais divididos por gêneros.

Seu momento cinema.

Se você ainda não tem um pacote com os canais Telecine, ligue já para sua operadora. (usado nas vinhetas e chamadas)

Mais que uma locadora em casa, são mais de 1000 filmes por mês, entre eles 100 estreias.

Todo mundo assiste Telecine, menos a Luiza, que está no Canadá. (usado em 2012, após um meme que fez sucesso e viralizou nas redes sociais, a partir de março, foi revelado que ela não se chamava Luiza, e sim Patrícia)



Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 11 de novembro de 1991 
● Criador: Globosat 
● Sede mundial: Rio de Janeiro, Brasil 
● Proprietário da marca: Organizações Globo 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Alberto Pecegueiro (Globosat) 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Assinantes: + 6 milhões 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Comunicação e entretenimento 
● Principais produtos: Canais de televisão à cabo 
● Concorrentes diretos: HBOTNTAXN, Max, MGM, Cinemax, Studio Universal e TCM 
● Slogan: Rede Telecine, o melhor do cinema chega primeiro aqui. 
● Website: telecine.globo.com 

A marca no Brasil 
Com seis canais segmentados por gênero de filmes e um acervo superior a mais de 1.000 filmes e 100 estreias por mês, a rede TELECINE é uma das líderes de audiência no segmento de TV por assinatura no Brasil, distribuindo sua programação para mais de 6 milhões de assinantes. Além disso, a rede oferece as versões em alta definição de todos os seus canais. Atualmente, o acervo da rede conta com mais de 2.600 filmes. 

Você sabia? 
 70% dos filmes inéditos chegam aos canais da rede TELECINE em menos de um ano após estrearem no cinema. 
 85% das maiores bilheterias no Brasil estão no TELECINE. 
 Nos últimos cinco anos o filme mais assistido na TV por assinatura foi do TELECINE. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é, Veja, Época Negócios e Exame), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Vídeo de apresentação - Margarina Delícia

 

De maneira bem-humorada, as peças publicitárias da nova linha de margarinas Delícia apresentam momentos de descontração que tornam o cotidiano mais leve e saboroso. Criada pela agência Lew´Lara\TBWA, a campanha terá abrangência nacional e grande foco nas redes sociais.

São Paulo – A Bunge Brasil apresenta ao mercado a nova linha de margarinas Delícia, em embalagens mais modernas e nova formulação para a versão Delícia Cremosa. Para comunicar as mudanças e novidades do lançamento, que estará disponível em todo o Brasil a partir deste mês, a Bunge Brasil preparou uma campanha especial, com ações exclusivas nas redes sociais, além de anúncios em TV e mídia impressa.

As mudanças foram implantadas com base em pesquisas de mercado, que ajudaram a empresa a identificar as novas preferências dos consumidores brasileiros. “Por meio dessas pesquisas, pudemos perceber que nosso consumidor ampliou suas escolhas e está buscando um produto de alta performance, versátil, diferenciado e com valor agregado; não apenas mais uma margarina”, diz Sérgio Mobaier, diretor de Marketing de Alimentos & Ingredientes da Bunge Brasil.

Estas pesquisas também direcionaram a campanha de marketing para inspirar o público a desfrutar de momentos de alegria e prazer no dia a dia. “É aquele ‘Momento Delícia’ que quebra a rotina e deixa a vida mais leve”, afirma Mobaier.

Criada pela agência Lew´Lara\TBWA, as peças publicitárias entram no ar a partir do dia 22 de abril, durante o intervalo do Fantástico, da Rede Globo. O primeiro dos três filmes da campanha retrata de maneira bem-humorada, o “Momento Delícia” de uma consumidora em uma situação do cotidiano.

"O Momento Delícia é a expressão daqueles pequenos momentos gloriosos que as mulheres têm todos os dias, como por exemplo, ver que o marido faz a baliza pior do que ela. Além da TV, as ferramentas digitais apresentarão ações irreverentes ao longo do ano todo”, acrescenta Manir Fadel, vice-presidente de Criação da Lew’Lara\TBWA.

Para marcar a entrada de Delícia nas redes sociais, a Bunge convida o consumidor a construir e compartilhar o seu ‘Momento Delícia’. Nos três primeiros meses da campanha, a página da marca no Facebook contará com um conteúdo assinado pela apresentadora e blogueira Júlia Petit. Os seguidores também poderão interagir via Twitter, no novo site e em diversos outros canais, além de participar de promoções, receber e compartilhar conteúdo exclusivo.

As ações de marketing contemplam ainda a participação da marca em mídia impressa, por meio de publieditoriais e anúncios em revistas e jornais, além de anúncios em sites e blog de relevância para os consumidores de Delícia.

“Momento Delícia”: Agência: Lew´Lara\TBWA Publicidade e Propaganda Ltda | Campanha: Momento Delícia | Cliente: Bunge Alimentos S.A. | Ano: 2012 | Produto: Margarina Delícia | Direção de Criação: Jaques Lewkowicz, Manir Fadel, Mariana Sá | Criação do Filme: Leonardo Claret, Toni Fernandes | Títulos: Barbeiro/Xaveco/Face | RTV: Luzia Oliveira, Cristiane Marinari | Produtora de Filme: Cine Cinematográfica | Direção do Filme: Clóvis Mello | Direção de Fotografia: Fernando Oliveira | Direção de Arte: Claudia Terçarolli | Montagem: João Branco, Clóvis Mello| Pós produção: Equipe Cine | Finalização: Digital 21 | Produtora de Som: Satélite Áudio | Locutor: Juliana Veiga | Duração: 30’’ | Criação Mídia Impressa: Ary Nogueira, Igor Cabó | Fotografia: Paulo Barros | Criação Online: Finaga | Art Buyer: Ana Karina Melo, Alê Sarilho, Giuliano Springhetti | Produção Gráfica: Marcos Pedra, Alexandro Coelho | Atendimento: Márcio Oliveira, Rafael Carmineti, Valentina Ursini, Maureen Gonzales, Fernanda Silvado, Tiago Zago, Marina Sala e Tamara Bergamini | Gerente de Tecnologia: Adriano Oliveira | Mídia: Luiz Ritton, Thiago Ferraz, João Próspero, Cecília Araújo, Rafael Borges e Thais Corsi | Planejamento: Renata D'Avila, Sara Silva, Luis Moreira e Lia Cattassini | Aprovação Cliente: Gilberto Tomazzoni, Sérgio Mobaier, Frank Lisboa, Rodrigo França, Carla Tucci | Núcleo: Jaques Lewkowicz.

Uma opção diferente de consumo para cada “Momento Delícia”-Delícia Cremosa – Com toque de leite em sua nova formulação, mais cremosidade e sabor, a margarina Delícia Cremosa é fonte de vitaminas A, D e E, além de ser Zero Trans. É uma excelente opção para preparo de pratos especiais.

Delícia Light – A primeira margarina light da categoria é ideal para os consumidores que buscam qualidade de vida sem abrir mão do sabor. Com 55% menos calorias e Zero Trans, a versão light da linha Delícia é rica em vitaminas A, D e E, e conta com lacre protetor para conservar todo o sabor do produto.

Delícia Mila – A reconhecida margarina Mila, com sabor de milho, também integra a linha de margarinas Delícia. Além do sabor característico da marca e Zero Trans, a margarina também conta com lacre protetor para conservar o produto por mais tempo.

Delicia Supreme – Com toque de leite e suave sabor de manteiga, a versão vem conquistando cada vez mais consumidores que buscam sabor e cremosidade. Fonte de vitaminas A, D e E, a Delícia Supreme conta com lacre protetor que conserva todo o sabor da margarina.

Material de ponto de venda -O varejo também será contemplado com as ações publicitárias da nova linha Delícia. Para chamar a atenção dos consumidores no ponto de venda, a marca disponibilizará: wobblers, pontas de gôndola, ambientação especifica para supermercados, Stopper Institucional, Faixa de Gôndola, Régua de Gôndola e Cartazes.

A nova linha de margarinas Delícia pode ser encontrada em todo o Brasil. Para mais informações, acesse www.delicia.com.br ou SAC 0800 727 55 44.

Perfil da Bunge: presente no Brasil desde 1905, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a produção e a comercialização de fertilizantes, compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas), a produção de açúcar e bioenergia e serviços portuários. Hoje, conta com mais de 20 mil colaboradores, atuando em cerca de 150 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 19 estados de todas as regiões brasileiras e no Distrito Federal. Marcas como Serrana, Manah, Salada, Soya, Cyclus, Delícia, Primor e Bunge Pró estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas também aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.

sábado, 29 de agosto de 2020

Razor8896: Globo DF Entrando no Ar - 17/05/2010

Locução: Bom dia! Juntos novamente. Rede Globo e você, para viver intensamente hoje, segunda-feira, 17 de maio de 2010, todo este universo de emoções. Dentro de instantes:

05:00 - Telecurso Educação Básica: Tecendo o Saber - Programa 5 / Módulo 1

05:20 - Telecurso Profissionalizante: Telecurso TEC - Administração 04 a 11

05:35 - Telecurso Ensino Médio: Português 35

05:50 - Telecurso Ensino Fundamental: Ciências 46

06:05 - Sagrado - Islamismo nº 107

06:10 - Globo Rural

06:30 - Bom Dia DF

07:15 - Bom Dia Brasil

08:05 - Radar

08:10 - Mais Você

09:35 - Globo Notícia

09:40 - TV Globinho

11:30 - Os Simpsons

12:00 - DFTV 1ª Edição

12:50 - Globo Esporte

13:25 - Jornal Hoje

13:55 - Vídeo Show

14:45 - Vale a Pena Ver de Novo: Sinhá Moça

15:40 - Sessão da Tarde: A Herança de Mr. Deeds (com Adam Sandler)

17:45 - Globo Notícia

17:50 - Malhação

18:20 - Escrito nas Estrelas

19:15 - DFTV 2ª Edição

19:35 - Tempos Modernos

20:30 - Jornal Nacional

21:10 - Passione: estreia

22:20 - Tela Quente: Carga Explosiva 3 (com Jason Statham)

00:05 - Jornal da Globo

00:40 - Programa do Jô

02:10 - Sessão Brasil: Cazuza - O Tempo não Para (com Daniel de Oliveira, Marieta Severo, Débora Falabella, Leandra Leal, Reginaldo Faria e Andréa Beltrão)

Locução: Hoje, depois do Jornal Nacional, estreia Passione, sua nova paixão das oito. Logo depois, muita ação, intriga, mistério e suspense em Carga Explosiva, na sua Tela Quente. 

(instrumentação)

Apresentador: Atenção! Começa agora uma teleaula de Língua Portuguesa, do Ensino Médio. Você vai assistir à teleaula de número 35. Bons estudos!

Repórter: Nossa teleaula de hoje vai dar um mergulho nas tradições nordestinas. 'Mergulho'? Será que posso falar assim? Ou será que só podemos usar a palavra 'mergulho' quando se refere à água? Oi, você acha correto dizer que vamos dar um mergulho nas tradições nordestinas?

Entrevistado: Acho.

Ai, eu não acho. (risos)

Eu acho legal o termo, bem usado.

Repórter: E você, ficou na dúvida? Então, preste atenção na nossa teleaula de hoje. Você vai ver que podemos usar uma palavra no sentido figurado, conotativo ou no sentido real, denotativo. E vai acompanhar uma contenda, um desafio entre cantadores nordestinos. Nossa teleaula, primeira desse módulo, está começando.

sábado, 1 de agosto de 2020

Multibank > Pag Fácil

Com o acordo rede amplia a operação e agrega novos produtos e serviços que serão disponibilizados aos clientes

Pioneira no país na atividade voltada para o recebimento de contas e títulos bancários, a rede Multibank, que iniciou suas atividades na Paraíba em 1996, está expandindo sua atuação nacional a partir de uma parceria firmada com o Banco do Brasil. Paralelamente ao acordo, a rede, presente em 14 estados brasileiros, também mudou seu nome e logomarca e passou a se chamar Pag Fácil.

As negociações que se iniciaram em 2008 foram concluídas no final de 2009. Segundo o superintendente administrativo da Pag Fácil, Rivaldo Araújo, essa parceria trará ainda mais comodidade aos usuários que terão novos serviços e produtos disponíveis. “Além de pagar suas contas e títulos bancários, os clientes também poderão abrir contas correntes para pessoa física e jurídica, solicitar empréstimos consignados, entre outros produtos e serviços do Banco do Brasil, que serão disponibilizados gradativamente”, explicou.

Para o Banco do Brasil, a credibilidade da rede Pag Fácil e a abrangência de sua atuação, a partir de unidades localizadas em pontos estratégicos, aliadas à rapidez no processamento de pagamento de contas, foram aspectos determinantes para a conclusão das negociações. “A intenção é facilitar a acessibilidade e dinamizar ainda mais o atendimento com a experiência do Pag Fácil e a credibilidade do Banco do Brasil”, reforçou Carlos Alberto Ramos Silva, superintendente do Banco do Brasil, na Paraíba.

Hoje, a Pag Fácil recebe aproximadamente 7,5 milhões de contas em pouco mais de seis mil pontos de atendimento da rede, distribuídos em todo o país. Neles, são efetuados pagamentos e compra de cartões das empresas de telefonia celular.

Com a mudança no nome e o contrato com o Banco do Brasil, todos os pontos da rede Pag Fácil estão sendo padronizados e terão uma identidade visual única, em um projeto que deverá ser concluído nos próximos meses. Os novos serviços também serão disponibilizados de forma gradativa e deverão estar totalmente integrados à operação até o final do ano.


Há 14 anos no mercado paraibano

Oferecer comodidade aos clientes que desejem pagar suas contas, sem precisar mais enfrentar filas e a burocracia das agências bancárias. Foi com essa ideia que surgiu a rede Pag Fácil, nascida em 1996 sob a marca Multibank na Paraíba. Hoje, a rede atua também em Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Santa Catarina, Alagoas, Sergipe e Piauí.



Dos 6 mil pontos da Pag Fácil em todo o país, pouco mais de 2.500 estão concentradas no Nordeste, sendo 221 deles na Paraíba. No estado, a rede gera mais de 700 empregos diretos. A superintendência da operação em todo o Brasil está a cargo de um paraibano, o advogado Rivaldo Araújo. “Nosso compromisso é ser a maior e mais completa rede de correspondência bancária de todo o país e me orgulha muito saber que esta ideia, nascida na Paraíba, está rompendo fronteiras”, disse.

Seu banco irmão, o Lemon Bank, opera exclusivamente por meio de correspondentes bancários, instalados principalmente em terminais de ônibus, hipermercados, supermercados, padarias, farmácias, lojas de conveniência, postos de combustível, universidades, aeroportos, rodoviárias e shoppings, conta com presença em 24 Estados brasileiros, inclusive o Distrito Federal. Atua, principalmente, no pagamento de carnês e contas e fichas de compensação e recarga de celular pré-pago. Oferece também abertura de contas corrente e poupança, aquisição de imóveis novos e usados, solicitação de cartões de crédito, financiamento de imóveis e empréstimo consignado, destinado principalmente à população de baixa renda, após o Banco Popular do Brasil, criado no governo do presidente Lula, ser absorvido pelo BB.

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Círculo Folha - Dicas do Programa de Qualidade

Dicas do Programa de Qualidade
JANEIRO 2000

31/01/2000

Grafia de videogame
"Os meninos jogam futebol e gostam de video game.''

"Os meninos jogam futebol e gostam de videogame.''

Na Folha, videogame se escreve junto, sem hífen e sem aspas (veja o verbete "video-", na página 117 do manual). Não siga a grafia que consta do "Aurélio" ("video game"). Como substantivo (abreviação de videocassete), vídeo é acentuado. Entretanto, como elemento de composição (falso prefixo), perde o acento.

27/01/2000
Não + hífen

"A fórmula refere-se ao não pagamento (!) de tributos federais.''

"A fórmula refere-se ao não-pagamento de tributos federais.''

Em expressões como "não-pagamento", "não-agressão", "não-ficção" e outras formadas por não + substantivo, o hífen é obrigatório. Em expressões como 'não descartável', 'não durável', 'não flexionado', 'não resolvido' e outras formadas por não + adjetivo, o hífen não deve ser usado.

26/01/2000
Em comemoração de

"O padre celebra missa em comemoração ao (!) aniversário de São Paulo.''

"O padre celebra missa em comemoração do aniversário de São Paulo.''

Algo é feito em comemoração de alguma coisa, nunca em comemoração a (!) alguma coisa. Não confundir com homenagem, que pede a preposição a. "O evento é uma homenagem a Fulano."

25/01/2000
Verbo haver na forma composta

"Embora possam (!) haver muitos altos e baixos no período...''

"Embora possa haver muitos altos e baixos no período...''

Na forma composta, quando o verbo haver é o principal, o verbo auxiliar também deve ficar no singular, independentemente da frase restante estar no singular ou no plural: "deve haver novas cassações", "poderá haver pancadas de chuva". O que parece ser sujeito, na verdade é objeto direto.

24/01/2000
Para a frente

"É preciso ir para (?) frente.''

"É preciso ir para a frente.'' A expressão é para a frente.

O a é obrigatório, uma vez que frente é substantivo. Não se escreve, por exemplo, "virou para (?) lado", mas sim "virou para o lado''.

21/01/2000
"O texto de Fulano não tinha hífens (!).''

"O texto de Fulano não tinha hifens.''

Hífen, no singular, leva acento, assim como todas as paroxítonas com a terminação en (pólen e hímen, por exemplo). Mas estas palavras, no plural, ganham a terminação ens e, de acordo com as regras, não são acentuadas: polens, himens e hifens. Existem as grafias hífenes, pólenes e líquenes, restritas à linguagem científica, por isso, são proparoxítonas.

20/01/2000
Grafia de Petrobras

"A recomendação da ANP à Petrobrás (!) foi uma espécie de ultimato..."

"A recomendação da ANP à Petrobras foi uma espécie de ultimato..."

O nome oficial da Petrobras é escrito sem acento, conforme a logomarca da empresa, reproduzida abaixo. Petrobrás é grafia antiga.

14/01/2000
O "se'' inútil

"Para se (!) chegar a um consenso.''

"Para se (!) fazer isso, é preciso estar atento.''

"Livros bons de se (!) ler.''

"Questões por se (!) resolver.''

As frases acima têm em comum a partícula "se" empregada de modo redundante. Nesses casos, o "se'' pode ser eliminado em benefício da concisão e do estilo. Isso ocorre porque a estrutura de preposição (por, para, de) e o verbo no infinitivo já denotam frase de estrutura passiva, fazendo com que o "se" sobre. O se só acompanha o infinitivo nos verbos pronominais: Para se aposentar, é necessário muito esforço.

12/01/2000
Sugestão

Em vez de

"O escritor Fulano de Tal estará conversando...'',

pode-se optar por fórmula mais simples e eficiente:

"O escritor Fulano de Tal conversará...''

A combinação de futuro do presente com gerúndio soa desnecessária, embora seja frequente no telemarketing.

10/01/2000
Cheque sem fundos

"A empresa recebeu um cheque sem fundo (!).''

"A empresa recebeu um cheque sem fundos.''

A expressão correta é cheque sem fundos, ou seja, sem provisão de dinheiro.

06/01/2000
Adequar, verbo defectivo

"O autor está preocupado em saber se o personagem se adequa (!) ao modelo americano..."

"O autor está preocupado em saber se o personagem se adapta ao modelo americano..."

Adequar é um verbo defectivo, ou seja, não tem todos os tempos, modos ou pessoas (outros exemplos: abolir, precaver, reaver, falir, colorir, demolir, explodir, extorquir, ressarcir, viger, computar). No presente do indicativo, o verbo "adequar" só conta com duas formas: "adequamos" e "adequais". No presente do subjuntivo, idem: "adequemos" e "adequeis". No imperativo afirmativo, idem: "adequemos" e "adequai". No imperativo negativo, idem: "não adequemos" e "não adequeis". Nos demais tempos e modos, tem conjugação regular: adequou (pretérito perfeito do indicativo), adequava (pretérito imperfeito do indicativo), adequara (pretérito mais-que-perfeito do indicativo), adequará (futuro do presente do indicativo), adequaria (futuro do pretérito do indicativo), adequasse (imperfeito do subjuntivo), adequar (futuro do subjuntivo / infinitivo pessoal), adequando (gerúndio), adequado (particípio) etc.


05/01/2000
Preferir

"Em vez de instalar indústrias no país, as empresas preferem exportar.''

"A instalar indústrias no país, as empresas preferem exportar.''

O verbo preferir pede a preposição a, pois prefere-se uma coisa a outra. Note que a frase com a regência certa é também mais elegante. O uso dos advérbios mais, muito mais e mil vezes se justifica por associação com o verbo gostar usado em comparações, o mesmo vale para a locução conjuntiva do que.

04/01/2000
Papel-moeda, com hífen

"O governo teria de emitir títulos ou papel moeda (!)...''

"O governo teria de emitir títulos ou papel-moeda...''

Papel-moeda leva hífen. Há duas formas possíveis de plural: papéis-moeda e papéis-moedas.

03/01/2000
Artigo que antecede numeral (milhão, milhar, bilhão e trilhão)

"As (!) milhões de mulheres infectadas...''

"Os milhões de mulheres infectadas...''

Quando há artigo antecedendo o numeral, a concordância é obrigatoriamente feita com o numeral. Note que, se o numeral estivesse no singular, não se cogitaria escrever "As milhão de mulheres infectadas...''. Não confundir com a construção ''As mil mulheres infectadas'', em que 'mil' é numeral.

25/02/2000
O todo e a fração

O exemplo abaixo foi construído para esclarecer dúvidas envolvendo comparações de valores.

A loja A vende o produto "X'' por R$ 20. A loja B vende o mesmo produto por R$ 100. Pode-se dizer então:

que A: vende o produto por 1/5 do preço de B, vende o produto por 20% do preço de B, mas jamais "vende por cinco vezes menos''. Note que essa última forma, embora coloquial, é absurda, pois uma vez menos algum valor é zero.

que B: vende o produto por cinco vezes o preço de A, vende o produto pelo quíntuplo do preço de A, vende o produto por quatro vezes mais o preço de A . Note que a palavra mais traz uma complicação, pois 20 (uma vez) + 4 x 20 (quatro vezes mais) = 100 (preço). Procure evitar, portanto, essa última forma.

24/02/2000
"O" leitor

O texto é lido individualmente. Na Folha, refira-se ao leitor sempre no singular, como determina o manual (pág. 115). Exemplos:

1) remissão: "Leia íntegra na pág. 1-12...''

2) texto de serviço: "Caso você queira enviar mensagens aos congressistas...''

3) texto opinativo: "Você, contribuinte, deve defender seus direitos...''

23/02/2000
Negação atrai o pronome

"Jamais diga-me (!) isso.''

"Jamais me diga isso.''

Palavras que exprimem negação como não, ninguém, nunca, nem, jamais, nenhum, nada etc. atraem o pronome oblíquo átono. Portanto escreva "Não lhe diga isso'', em vez de "Não diga-lhe (!) isso.'' Essa atração também se estende a outras palavras, como advérbios, pronomes relativos, pronomes indefinidos, pronomes demonstrativos, conjunções subordinativas, frases interrogativas, exclamativas e optativas, gerúndio precedido da preposição em etc.

22/02/2000
Artigo antes de número

"As (!) 10 milhões de mulheres doentes...''

"Os 10 milhões de mulheres doentes...''

O artigo deve concordar com milhões, e não com mulheres. Note que não se cogitaria escrever: "A (!) 1 milhão de mulheres doentes...''. Em regra, a concordância é feita com o substantivo mais próximo, que no caso é milhões. Também estaria correto dizer 'As 10 mil mulheres doentes'.

18/02/2000
Divergir de

"Minas diverge com (!) SP sobre impostos.''

"Minas diverge de SP sobre impostos."

Não se diverge com, diverge-se de. Dessa maneira, "Fulano divergiu de Sicrano'', e não "Fulano divergiu com Sicrano''.

17/02/2000
Se ele revir...

"Se ele rever (!) a posição..."

"Se eu revir / quando eu rever / quem revir minha posição...''

"Se ela revir a avaliação...''

No futuro do subjuntivo, a primeira e a terceira pessoa do singular são revir. A forma rever pertence ao infinitivo. Assim, estaria correta uma construção como: "É preciso rever o projeto".

16/02/2000
Algo é pago a alguém

"Não teve dinheiro para pagar os (!) trabalhadores.''

"Não teve dinheiro para pagar aos trabalhadores.''

O verbo pagar pede objeto direto de coisa (pagou o salário) e indireto de pessoa física ou jurídica (pagou ao professor). Assim, paga-se algo a alguém.

15/02/2000
Reaver, verbo defectivo

"Fulano reavê (!) o 3º lugar...''

"Fulano recupera o 3º lugar...''

O verbo reaver é defectivo, ou seja, não tem todos os tempos, modos ou pessoas (outros exemplos: abolir, precaver, relampejar). A forma "reavê'', bem como 'reavém' ou 'reá', que seria da terceira pessoa do singular do presente do indicativo, não existe. Em caso de dúvida, consulte as conjugações do "Aurélio'' eletrônico. Para isso basta escolher o verbo e clicar o quinto botão da esquerda para a direita na tela do programa, onde aparece escrito "Eu, Tu, Ele''. Reaver se conjuga como o verbo haver, mas somente nas formas em que este conserva a letra v: reouve, reavia, reouvera, reaverá, reaveria, reouvesse, reouver etc. As formas inexistentes devem ser supridas pelos sinônimos recuperar ou resgatar.

14/02/2000
Pára/ param

"As coincidências não páram (!) por aí."

"As coincidências não param por aí."

Pára, do verbo parar, leva acento para marcar a diferença em relação à preposição para. Mas param, no plural, não é acentuado.

11/02/2000
"Que" e "se"

"Os ataques chegaram a tal nível que tornou-se (!) impossível não reagir."

"Os ataques chegaram a tal nível que se tornou impossível não reagir."

A conjunção que sempre atrai o pronome oblíquo. Nesses casos, coloque o pronome antes do verbo: "Ele disse que se formou em direito há dois anos".

10/02/2000
Não use "evidência" no lugar de "prova"

"A CPI ainda não apresentou evidência (!) de sua principal acusação."

"A CPI ainda não apresentou prova de sua principal acusação."

O uso de evidência no lugar de prova, além de juridicamente incorreto, é má tradução do inglês "evidence". Evidência, em bom português, é a qualidade daquilo que não deixa dúvida. Prova é um meio de demonstrar que algo é verdadeiro. Isso se explica devido às traduções indevidas das legendas dos filmes policiais. 
Trata-se de um falso cognato, como a palavra portuguesa 'eventualmente' que significa de vez em quando, e a palavra inglesa 'eventually' que significa finalmente, e não eventualmente, que é occasionally.

09/02/2000
Rubrica

"As dívidas estão sob a rúbrica (!) 'contrato de mútuo'.''

"As dívidas estão sob a rubrica 'contrato de mútuo'.''

Rubrica é palavra paroxítona, com acento na penúltima sílaba. Não é proparoxítona, não sendo acentuada graficamente.

08/02/2000
Óculos

"É um óculos (!) para apreender a realidade brasileira.''

"São óculos para apreender a realidade brasileira.''

Eis um erro bastante comum na linguagem oral e, às vezes, na escrita. Óculos é plural; é incorreto escrever "esse óculos", "meu óculos" etc. Lente, no entanto, é singular, por isso se diz: essa lente, minha lente.

07/02/2000
Enquanto

"Fulano de Tal, enquanto (!) magistrado, não deveria opinar...''

"Fulano de Tal, como magistrado, não deveria opinar...''

A conjunção enquanto, em bom português, quer dizer "no tempo em que'', "durante o tempo que'', "quando'', ou seja, conjunção temporal ou proporcional. Na acepção empregada no contra-exemplo, enquanto foi usado erradamente com o significado de como, isto é, como conjunção conformativa.

"Enquanto que"

Enquanto quer dizer ainda "ao passo que'' em construções como: "Fulano se saiu bem no teste, enquanto Sicrano e Beltrano foram mal''. Nessa acepção, o uso da forma "enquanto que'' é vício de estilo. Em frases do tipo "Fulano se saiu bem, enquanto que (!) Sicrano foi mal'' , o que é desnecessário. Na Folha, considera-se erro o emprego de "enquanto que''.

 04/02/2000
Melhor, mais bem

"Novos tratamentos também deverão ser melhor (!) aproveitados.''

"Novos tratamentos também deverão ser mais bem aproveitados.''

Antes de particípios com função de adjetivo (como aproveitado), não se usam os advérbios melhor e pior em suas formas sintéticas, e sim as formas analíticas mais bem e mais mal: "Ele é o mais bem informado dos jornalistas", "esse prédio é o mais mal construído de todos".

03/02/2000
Regência verbal/ "lhe"

"Governador, eu lhe (!) admiro muito...''

"O pai lhe (!) presenteou com um computador...''

"Governador, eu o admiro muito."

"O pai presenteou-o com um computador."

O pronome lhe só é usado quando o verbo exige preposição: "Eu entreguei a ela a encomenda/Eu lhe entreguei a encomenda". Não há preposição depois de admirar e presentear, que são verbos transitivos diretos: admira-se uma pessoa, não "a" uma pessoa; presenteia-se alguém, não "a" alguém. Logo, o lhe não pode ser usado nesses casos; é como se disséssemos "eu lhe amo" em vez de "eu a amo", "eu o amo". Quando tiver dúvidas, consulte o dicionário de regência verbal de Celso Luft. Só se usa o lhe com verbo transitivo direto para indicar posse: Levaram-lhe a carteira.

02/02/2000
"Entourage" é palavra masculina

"O governador levava a "entourage" (!) num ônibus de luxo.''

"O governador levava o "entourage" num ônibus de luxo."

Quase todas as palavras francesas terminadas em "age" são masculinas (a principal exceção é "image", feminina). Desse modo, elas devem ser precedidas por artigo masculino: o "entourage", e não a "entourage"; o vernissage, e não a vernissage (observe que vernissage, na Folha, não leva aspas).

entourage - grupo social / vernissage - inauguração de uma exposição de arte

01/02/2000
Advérbio atrai pronome

"Frequentemente compram-se (!) imóveis...''

"Frequentemente se compram imóveis...''

"Frequentemente, compram-se imóveis...''

Advérbios (frequentemente, também, agora etc.) atraem o pronome. Mas repare que, se houver vírgula ou qualquer pausa entre o advérbio e o pronome, este ficará depois do verbo, pois não se inicia frase com o pronome oblíquo átono, exceto sob licença poética ou quando se pretende reproduzir a fala coloquial.

31/03/2000
Cuidado com o verbo extorquir

"Os policiais são acusados de extorquir (!) traficantes e sequestradores."

"Os policiais são acusados de ameaçar traficantes e sequestradores."

"Os policiais são acusados de extorquir dinheiro de traficantes e sequestradores."

Extorque-se, sempre, algo de alguém. Logo, uma pessoa não pode "ser extorquida", mas sim coagida, ameaçada, constrangida ou forçada. Atenção: esse verbo também é defectivo. Extorquir não é conjugado: 1) na primeira pessoa do singular (presente do indicativo); 2) no presente do subjuntivo, 'você, nós e vocês' do imperativo afirmativo e em todo o imperativo negativo; 3) nos demais tempos e modos, tem conjugação regular: extorquiu, extorquia, extorquira, extorquirá, extorquiria, extorquisse, extorquir, extorquindo, extorquido.

30/03/2000
"Trata-se de propostas"

"Como se tratam (!) de propostas que precisam ser aprovadas pelo Congresso..."

"Como se trata de propostas que precisam ser aprovadas pelo Congresso..."

Não confunda: o se, aqui, não funciona como indicador da voz passiva. No caso acima, o verbo tratar é transitivo indireto e não permite voz passiva, apenas voz ativa ou reflexiva: é impossível dizer que as propostas "são tratadas", mas é possível dizer que elas são discutidas. Logo, o correto é "trata-se de propostas", ou 'discutem-se propostas'.
29/03/2000
Não escreva "face a"

"O filme nos coloca face àquilo (!) que não desejamos."

"O filme nos coloca em face daquilo que não desejamos."

Não existe face a em português, portanto evite-a. O correto é em face de, que tanto pode significar 'diante de / na presença de' ou 'devido a / em razão de': "Em face do perigo, demonstrou sua habitual calma" (exemplo adaptado do "Aurélio").
28/03/2000
O "se" supérfluo "

"Não há razão para se temer a ditadura."

"Não há razão para temer a ditadura."

Considera-se erro o se antes de verbo no infinitivo (temer, comer, falar etc.). Trata-se de uma redundância, pois o infinitivo já dá a idéia de impessoalidade, dispensando, pois, o se. Só se usa esse pronome acompanhando verbo pronominal: Não há razão para se formar com a greve das universidades.

27/03/2000
Sujeito com "quem"

"Quem tem olho mais apurado, (!) vem morar aqui."

"Quem tem olho mais apurado vem morar aqui."

24/03/2000
Beirar

"Esse otimismo beira ao (!) exagero..."

"Esse otimismo beira o exagero..."

O verbo beirar _na acepção de margear, orlar_ é transitivo direto: "A sua dedicação à causa beirava a loucura''.

22/03/2000
Frustrar

"A mulher ficou frustada (!)..."

"A mulher ficou frustrada..."

O verbo é frustrar.

21/03/2000
Variar de X a Y

"A taxa varia entre 2% e 3% ao ano.''

"A taxa varia de 2% a 3% ao ano.''

A forma "variar entre'', embora coloquial e literária, não é registrada nos dicionários. Na norma culta da língua, uma coisa varia de X a Y.

20/03/2000
Palavras-chave, palavras-chaves

"Não conhecia as palavras (?) chave do dialeto.''

"Não conhecia as palavras-chave do dialeto.''

"Não conhecia as palavras-chaves do dialeto.''

Termos compostos com a palavra chave ligam-se por hífen: questão-chave, ponto-chave. Há dois plurais possíveis: questões-chave e questões-chaves; pontos-chave e pontos-chaves. A exceção é 'texto chave' (versículo bíblico).

17/03/2000
Prefixado

"A remuneração é pré-fixada (!).''

"A remuneração é prefixada.''

O prefixo pré costuma ser acompanhado de hífen, mas há exceções como prefixado, predeterminar, preestabelecido. Na dúvida, consulte o dicionário.

16/03/2000
Verbo que antecede porcentagem

"Foi concluída (!) apenas 20% da estrada.''

"Foram concluídos apenas 20% da estrada.''

Quando o verbo antecede o sujeito, a concordância tem de ser feita obrigatoriamente com 20% (plural masculino), pois o percentual está mais próximo do verbo do que a palavra estrada. Em caso de verbo posposto, a concordância é feita com estrada, que é o elemento mais próximo do verbo:

"Apenas 20% da estrada foi concluída.''

15/03/2000
Vale-tudo

"A disputa degringolou num vale (?) tudo.''

"A disputa degringolou num vale-tudo.''

O substantivo vale-tudo leva hífen: "Na votação, prevaleceu o vale-tudo''. Não confundir com casos como "Na guerra vale tudo'', em que vale é verbo.

14/03/2000
Ser, serem

"Os artigos a serem publicados foram escolhidos ontem.''

"Os artigos a ser publicados foram escolhidos ontem.''

As duas formas são corretas do ponto de vista gramatical, mas a segunda é melhor do ponto de vista estilístico.

13/03/2000
Porque, por que

"Com a dobradinha garantida, não havia porque (!) partir para cima.''

"Com a dobradinha garantida, não havia por que partir para cima.''

Por que se escreve separado toda vez que puder ser substituído por "razão, motivo ou causa" (ou "por qual razão, motivo ou causa"): "Não havia por que partir para cima (não havia razão para partir para cima)". "O ministro não sabe por que (por qual razão) as verbas não chegam aos destinatários".

Cuidado com o verbo reverter

"O presidente não conseguiu reverter (!) o quadro da economia brasileira.''

"O presidente não conseguiu modificar o quadro da economia brasileira."

Em bom português, o verbo reverter significa:

1) voltar ao ponto anterior: "Eles deram tantas voltas que reverteram ao ponto de partida".
2) voltar para a posse de alguém: "O imóvel reverteu para a viúva do fazendeiro".
3) resultar, produzir como efeito: "A propaganda reverteu em lucros para a empresa".

Reverter, portanto, não pode ser usado com o sentido de mudar ou alterar, nem como sinônimo de inverter.

09/03/2000
Dia-a-dia, dia a dia

"O preço do nosso petróleo não é o preço anunciado dia-a-dia (!).''

"O preço do nosso petróleo não é o preço anunciado dia a dia.''

Dia-a-dia só se escreve com hífen quando é substantivo, com o sentido de cotidiano ou rotina: "O dia-a-dia do burocrata é extremamente tedioso". Quando é locução adverbial e significa dia após dia (ou diariamente), não leva hífen: "O trânsito de São Paulo piora dia a dia".

08/03/2000
Tons prata, tons pastel

"Ele vestia uma roupa de plástico, em tons pratas (!).''

"Ele vestia uma roupa de plástico, em tons prata.''

Adjetivos que indicam cores são variáveis: camisas amarelas, sapatos verdes, calças azuis. Mas, quando a palavra "cor" está explícita ou implícita, não se faz flexão, pois nesse caso, há um substantivo empregado como adjetivo por derivação imprópria: sapatos cor-de-rosa, camisas (cor de) vinho, carros (cor de) limão, vestidos (cor de) prata, tons (cor de) pastel.

03/03/2000
Estado de Direito

"O bem maior que eles esperavam colher era o estado de direito (!).''

"O bem maior que eles esperavam colher era o Estado de Direito.''


02/03/2000
Cabo-verdiana, cabo-verdense

"Cesaria Évora, cantora cabo-verdense (!)...'

"Cesaria Évora, cantora cabo-verdiana...''

Quem nasce na República de Cabo Verde é cabo-verdiano. Cabo-verdense é referente à cidade de Cabo Verde (MG).

01/03/2000
Pôr, colocar

"Guardou dinheiro para por (!) na poupança.''

"Guardou dinheiro para pôr na poupança.''

Pôr, verbo sinônimo de colocar, leva acento. Por, sem acento, é preposição.

06/04/2000
Vício de boletim de ocorrência

"O depoimento da vítima nada esclareceu, pois a mesma disse ter perdido a memória.''

"O depoimento da vítima nada esclareceu, pois ela disse ter perdido a memória.''

É incorreto empregar o termo mesmo(a) quando puder ser substituído por ele(a). Mesmo é pronome demonstrativo, advérbio de afirmação, substantivo ou conjunção concessiva, nunca pronome pessoal. Como pronome, acompanha um substantivo, não o substitui.

04/04/2000
Responder a

"O governador se esquivou de responder (!) algumas perguntas."

"O governador se esquivou de responder a algumas perguntas."

Escreva "responder a alguém" ou "a alguma coisa", no sentido de dar resposta a. Ele só é transitivo direto no sentido de dar como resposta.
03/04/2000
Comemoração de

"A passeata em comemoração ao (!) Dia Internacional da Mulher..."

"A passeata em comemoração do Dia Internacional da Mulher..."

Comemoração é sempre de alguma coisa.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

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 As orações coordenadas são orações independentes, ou seja, não há relação sintática entre elas. Elas são classificadas em dois tipos: oraçõ...